quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Mamae Peppa!!!

um breve texto referente a Sra. Mamãe Pig... (autora Fabiana Deziderio)

Por que a mãe da Peppa pig tem paciência e eu não???
Todas as vezes que vejo Peppa Pig - e não é pouco, porque todo mundo em casa gosta – reparo na paciência tibetana da mãe das personagens.
Eles detonam o e-mail de trabalho, sujam a casa, estragam maquiagem e roupas e todo mundo termina o episódio no chão, rindo de chorar....
Pausa: Por aqui eu também caio no chão, mas eu tiro o riso, e fico só com o choro…
Aliás, falando em choro, alguém no universo intergalático explica que cacete acontece com as crianças de 4 anos? POR QUE ELES GRITAM TANTO???
Sei lá, as vezes penso que o terrible two foi fichinha e vou confessar: é fácil, fácil demais perder a paciência… Falando nela, voltemos a questão exposta no título deste post.
Dia desses, estava pensativa (ou seja, me sentindo uma merda de mãe) e comecei a reparar na Mamãe Pig (que usa alongadores de cílios). Ela é tão paciente, mas tão paciente que Jó ficaria irritado.
E acompanha meu raciocínio: veja que no mínuto 1:10 do vídeo acima a força materna aparece. A Mamãe Pig não briga, não potencializa a rivalidade entre irmãos, não diz: “Peppa, sua porca má!!!”. Ela, com muita calma, se coloca no frágil papel de “bobinha” e integra os irmãos, deixando tudo em paz. Morra de inveja Freud, ela é bem resolvida e não precisa de você!
Mas eu saquei a suína, saquei sim. Sabe por que ela tem paciência de ouro? Porque os filhos entendem tudo na primeira explicação. Pode reparar: quando George chora, eles, os pais, falam uma única vez e tudo fica resolvido!
Agora acorda e presta atenção no que vou lhe contar: apesar de traço simples e histórias fofas, essa família é mais ficção científica que Matrix, Guerra nas Estrelas e A Origem juntos.
Em que casa uma mãe fala uma vez só? Essa porca nasceu para sapatear na nossa cara, para esfregar a maternidade perfeita nas mortais. Máquina programada para nos detonar.
Mamãe Pig, estou de olho em você, estou sim, rs.
 
 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

SEM FILHOS????

DESABAFO...

Sabe aquela frases, quanto mais eu rezo mais assombração me aparece? pois e.... estou meio assim ultimamente...
Gente tao complicado escrever isso... Adoro meus amigos sem filhos rsrsr Alguns sao realemtne uns amores, tipo minha prima Dri... me sinto em casa, qdo estou na casa dela... ela nao tem filhos, porem nunca me senti mal qdo meus "anjos" colocam o pe no sofa, ou pegam o cellula...r pra ver rsrsrs
Claro q a educacao aqui em casa nao falta (gracas a Deus) porem, QUEM TEM FILHOS, sabe do q eu falo... por mais q antes de sair de casa, vc reze um terco na orelha deles... eles VAO colocar o pe na cadeira... eles VAO colocar o pe no sofa e VAO sim pegar seu cellular pra ver rsrsrsr Claro q isso aqui em casa nao e proibido...eles sao Criancas... nao sao robos!!!!
Eles tb nao vao destruir a casa dos outros... mas tem pequenas coisas q eu realemnte nao ligo... coloca ro pe no sofa??? Ate eu coloco rsrsr Desculpe ...
Outra coisa, Depois q temos filhos, eu posso amar vc... porem nao maltrate meus filhos.... vou passar a te evitar! e se percebo q isso so acontece na sua casa...
Entao vc sera muito bem recebido na minha... onde meus "anjos" nao fiquem deslocados, e nao atrapalhem o papo... para vc ficar explicando do pq eles nao podem sujar a sua casa
Outra coisa... irmao brigam... demorei mais entendi q isso e normal...
Mas isso nao pra quem tem filho unico.... pq sozinho ninguem briga, ninguem tem em quem colocar a culpa rsrsrsr
Hj to chata... sabe qdo q vc passou o fim de semana engasgada???? e usa a segunda feira pra ser Chata??? SOU EU!!!
Desculpa... mas attire a primeira pedra, quem nunca passou por isso....
E sabe o q eu desejo para esses "amigos" meus???? Q tenham filhos... Q sejam Felizes... Q descubram q uma cadeira suja... um sofa Sujo... nao vale nada perto de um abraco e um eu te amo de um filho!!!!
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

10 anos sem vc!

Sabe...
As vezes o dia custa a passar...
As horas estão carregadas...
E nao acreditamos como um dia pode demorar tanto... sendo que 10 anos passaram voando....
Como 10 anos pode parecer uma eternidade, e no mesmo tempo, qdo eu fecho os olhos parece que foi ontem!
Como um dia só, pode trazer recordações tao sofridas, e vontades absurdas de ter uma maquina do tempo...
É... já se passaram 10 anos sem você!!!!
Já se passaram 10 anos de uma vida! e aqui em casa... vieram mais 2 vidas que vc não conheceu!!!
Meu coração sangra... ainda nao entendo como vc pode ter partido assim... tão cedo!!!!
Você não teve tempo de participar de minhas vitorias, de participar de coisas simples..


Você não viu meu filho aprender andar de bicicleta... não acompanhou febre, brigas por notas boas...


Não esteve ao meu lado qdo tirei a carta de motorista... tenho ctz q se teria orgulho de mim!!!


Você teria orgulho, de ver como tento ser boa mãe, que tudo que me mostrou eu estou tentando fazer...


Sua memoria, esta sendo conservada, falo de voce quase todos os dias... 


Falo de suas reclamações, de seus conselhos, da sua cara feia qdo recebia um beijo, mas principalmente falo de todo amor que me deu! da Saudades que voce deixou...


Do quanto doi você não estar aqui comigo...


E que eu daria tudo pra ter vocÊ ao meu lado... ao menos por mais 1 hora...
MEU PAI... quantas saudades esse dia me traz! Te amo muito mais que ontem, e com certeza menos que amanha!!!

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Não percam essa reportagem!

http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2012/10/30/ao-abrirem-mao-da-carreira-para-serem-donas-de-casa-mulheres-sofrem-preconceito.htm




Ao abrirem mão da carreira para serem donas de casa, mulheres sofrem preconceito

Heloísa Noronha
Do UOL, em São Paulo

Elas estudaram, se especializaram, construíram uma carreira bem-sucedida, ganharam dinheiro e, como consequência disso, a possibilidade de comprar o que quiserem, viajar e curtir tudo aquilo que feministas norte-americanas almejavam quando planejaram queimar sutiãs, em 1968. E, após tantas conquistas, decidiram abrir mão da independência e da autonomia financeira para fazer o caminho inverso: em vez de sair de casa para trabalhar, muitas mulheres vêm abdicando da profissão para assumir os cuidados com o lar e as crianças.

Embora ainda não haja nenhum dado estatístico, sabe-se que o nascimento do primeiro filho é o fator preponderante dessa decisão feminina. A publicitária Luciana Brisola Pinheiro Monaco, 31 anos, de São Paulo, fez essa opção. Após dez anos trabalhando em uma das principais instituições financeiras do país, ela abandonou um bom cargo executivo e a promessa de voos profissionais ainda mais altos ao se tornar mãe de Melina, hoje com sete meses. "Eu cheguei a retornar ao escritório depois da licença. Trabalhei uma semana e meia para ter certeza do que queria. E desde que a Melina nasceu eu soube que queria acompanhar os primeiros anos de vida dela e ser mãe em tempo integral", conta.

Para a psicopedagoga Milene Massucato, 33 anos, de São Bernardo do Campo (SP), a decisão passou por um processo de amadurecimento. Quando Nicolas nasceu, ela tinha acabado de montar um consultório para atendimento psicopedagógico e reforço escolar. Milene retomou o trabalho quando o bebê tinha dois meses. O filho, que hoje tem três anos, ficava ao lado dela, quietinho, mas Milene percebeu que a estratégia não daria certo, principalmente para quem lidava com crianças com dificuldade de aprendizagem.
"O problema é que não queria deixá-lo na escolinha nem com a avó, por achar que pelo menos no primeiro ano é importante para a criança estar perto da mãe", conta. Quando Nicolas completou um ano, ela resolveu parar de vez. Hoje, Milene tem outra filha –Lorena, de cinco meses– e, esporadicamente, faz trabalhos de revisão e redação em casa, além de manter um blog no qual conta suas experiências como mãe integral e dona de casa.
  • Leonardo Soares/UOL
    Milene Massucato, 33 anos, com seus filhos Nicolas, de três anos, e Lorena, de cinco meses

Dependência do marido

Tanto Luciana quanto Milene só mudaram suas vidas porque tiveram o apoio de seus maridos, emocionalmente e financeiramente. Para Rosa Ester Rossini, professora titular do Departamento de Geografia da USP (Universidade de São Paulo) e especialista em questões relacionadas a gênero e trabalho, é esse o ponto nevrálgico da situação: depender do dinheiro do parceiro para se manter. "Para que esse acordo dê certo, precisa haver uma grande sintonia entre o casal. Muitos homens, infelizmente, acabam jogando na cara da parceira que são os responsáveis pelo sustento da casa", diz. E muitos menosprezam as tarefas domésticas e os cuidados com os filhos desempenhados pelas mulheres.
Por mais que a mulher tenha acumulado uma reserva financeira durante a carreira, as economias podem ser destinadas a outros objetivos da família, que não as demandas do dia a dia. E dinheiro acaba. Para sanar necessidades femininas, é preciso pedir ao marido. "É ruim não ter liberdade para gastar com o que der na telha. Embora meu marido me deixe à vontade para usar o dinheiro da família, fico com a consciência pesada quando compro algo para mim", afirma Milene Massucato. "Procuro adquirir coisas quando entra uma 'graninha' com o blog. Caso contrário, aviso o Ramiro antes ou saio com ele. Por ele, nada disso é problema. Eu é que fico com a sensação de parecer dondoca".

Estigma e preconceito

A impressão de Milene encontra eco em uma parcela da sociedade –composta em boa parte por feministas– que enxerga nesse tipo de arranjo familiar uma espécie de retrocesso na evolução feminina. E em um momento da humanidade em que as mulheres, pelo menos boa parte das ocidentais, é livre, até mesmo para ocupar o cargo de presidente de um país. Para a psicóloga Cecília Russo Troiano, autora do livro "Vida de Equilibrista – Dores e Delícias da Mãe que Trabalha" (Ed. Évora), existe um enorme preconceito em relação às novas donas de casa.

"Há uma espécie de patrulha social que considera a mãe em tempo integral ou a mulher que trabalha no lar uma alienada. Infelizmente, as pessoas ainda têm a visão estigmatizada e antiga da rainha do lar dos anos 60", afirma. Um dos principais enganos é achar que uma dona de casa, hoje em dia, precisa esperar o marido retornar do trabalho para saber o que se passa no mundo. A internet é o antídoto básico contra a desinformação. Fora isso, há inúmeras possibilidades de se informar, como TV, cursos, grupos de estudo etc.
  • Leandro Moraes/UOL
    "Pelo Ramiro, nada disso é problema. Eu é que fico com a sensação de parecer dondoca", diz Luciana
O fato de a mulher não investir na carreira e usar o salário do marido não a coloca como submissa a ele, segundo Cecília. "Ela se põe ao lado parceiro, pois esse arranjo foi combinado entre os dois. Ela fez uma escolha porque teve opções à disposição. Antigamente, não havia esse direito. O que as pessoas precisam entender de uma vez por todas é que se a mulher pode fazer o que quiser atualmente, isso inclui investir no modelo de vida que lhe parece o melhor", fala.
Para a pesquisadora e economista Tânia Fontenele, doutora em Psicologia Social e do Trabalho pela UnB (Universidade de Brasília), de forma alguma as novas donas de casa podem ser consideradas um símbolo do retrocesso. "Pelo contrário. Elas são representantes da conquista plena dos direitos femininos. Até a Camille Paglia, uma das feministas mais radicais da história, já escreveu artigos dizendo que a escolha de ter uma vida doméstica não deve desqualificar uma mulher", afirma.
A psicóloga Cecília Troiano afirma, também, que o maior preconceito vem justamente por parte de outras mulheres e que existe um paradoxo: aquelas que se dividem entre os filhos e a carreira também são alvo de preconceitos e críticas, algumas muita duras. "Eu mesma, quando preparava o livro 'Vida de Equilibrista', fui questionada. Disseram que eu não tinha condições de escrever um livro sobre a relação entre mãe e filho, já que eu não passava muito tempo com o meu", conta.

Busca do equilíbrio

Nem Luciana nem Milene descartam a possibilidade de, um dia, voltarem a se dedicar com afinco às carreiras, mas não alimentam expectativas. Para a professora Rosa Ester Rossini, da USP, sair totalmente do mercado de trabalho é sempre um risco. "Bastam seis meses de ausência para qualquer profissional ficar desatualizado", diz a especialista, que sugere às mulheres testar o esquema de "home office" ou de jornada flexível, se a empresa permitir.
Para a economista Tânia Fontenele, porém, o mundo atual globalizado oferece muitas possibilidades além do velho e convencional emprego formal, com cartão de ponto, crachá e carteira assinada. "As pessoas podem atuar como free lancers, consultoras, à distância, abrir um negócio...", lista ela. "As mulheres devem aprender a viver sem ansiedade e a se libertar da síndrome da Mulher Maravilha. Se escolheram ficar em casa, ótimo, têm mais é que curtir. E se querem investir numa carreira e viajar pelo mundo, tudo bem, também. O importante é saber o que quer e apostar nisso, em vez de tentar conciliar mil coisas, estar em um lugar desejando ficar em outro, adoecer ou viver à base de antidepressivos", diz.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Uma historia para recordar....

   Olá!!!
    Gostaria de ter uma vida super agitada rsrsr, poder postar aqui toda semana uma historia otima, mas...                      dificil isso rsrsr meu agito fica aqui dentro de casa mesmo, o blog é so uma escapada...
     Mas hoje resolvi contar um fato que aconteceu comigo a menos de uma semana, ou melhor, isso aconteceu a mais ou menos 2 anos... e que agora voltou!
     Tenho uma grande amiga,ou melhor, tinha... Era amizade de anos, na verdade eramos amigas desde a 5 serie! (faz um tempão isso kkkkkk)
     Eramos unha e carne, ela chamava meu pai de pai, minha mãe de mãe e vice-versa... Gostavamos sempre de coisas diferentes, essa era a graça da nossa amizade. Enquanto eu sempre falava que me casaria, teria 4 filhos e seria dona de casa, ela falava: Déia... eu vou estudar muito, ser independente, morar sozinha!  rsrsrsrsr riamos muito disso. Era uma irmã que a vida me apresentou! tinha certeza que seríamos assim pra sempre!
     A nossa amizade nem sempre andou juntinha, mas estavamos lá... sempre que uma precisava a outro estendia a mão.
     Eu me casei, me tornei tudo que quis, so não tive 4 filhos, fiquei so com 3 kkkkkk (grande diferença kkk)
     Ela tambem conseguiu tudo que quis, se formou, trabalhava em um banco, eu me orgulhava dela, e sempre que me dava vontade trabalhar fora... ela trabalhava por mim kkkkkkkkkk
     Ela se casou, fui madrinha!!! que felicidades senti! vendo minha amiga linda no altar, de noiva... e eu ali, presente!
     Infelizmente não durou muito, acho que 8 meses depois ela se divorciou, fiquei so seu lado, e como tantas vezes que ela me deu colo, tambem estava lá para ela.
     Logo ela se casou outra vez! tambem conversamos sobre isso, e como sempre eu digo: pague pra ver!     se der certo otimo, se não der... você tentou!!!!!
    Eu estava so com  os 2  filhos, e o segundo casamento de minha amiga estava otimo! estavamos felizes,  e nesta mesma epoca engravidamos juntas! ela do primeiro e eu do meu 3 terceiro!!!
     Era felicidade de mais, sempre falavamos que teriamos filhos juntas, para que fossem amigos como agente!!então estava se realizando, o filho dela, nasceu em Agosto e o meu em Setembro!
pelo menos 1x ao mes uma visitava a outra, para que eles selassem a amizade!!!
     Pois bem... como nada é eterno...
     Brigamos... uma briga besta, mas que me feriu muito, me Magoou muito, e desde então não nos falamos mais, senti que se minha amizade foi descartada tão facil, ela não era a amizade que eu pensei em todos os anos. e tambem não a  procurei mais!
     Agora depois de 2 anos recebi uma mensagem fria, porem uma mensagem, pedindo perdão, claro que não precisava disso, e fiquei muito feliz, respondi a mensagem no mesmo dia!
e junto com ela, falei que gostaria de saber como ela estava... obtive uma outra resposta, como que por obrigação. Horrível sentir isso!!
     E depois, nenhuma palavra... nenhum letra..., é como se tivesse feito as pazes com um alguem sem importancia, gostaria de ouvir sua voz outra vez, ou receber pela manha, as lindas mensagens dela!
Sei lá...
     Ainda faz falta... parece que o pedido de perdão não foi mais que um dos doze passos dos AA (kkkkk) num foi de coração! sera que estou sendo muito ruim? to guardando muita magoa?
      So queria essa amiga de volta, como se fosse ontem! como se fosse tudo igual!!!
      Ficou só a saudades, e uma amizade pra recordar sempre!!!


bjs no coração
Andréia Luiz

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

INDIGNAÇÃO!!!


Boa Tarde!
Ontem fui dormir tarde! Bem tarde...
E acabei assistindo ao programa da Fernanda Lima! Pois é
O tema abordado era sobre silicone, um fato que para minha pessoa é um tanto delicado...
Mas vi muitas coisas engraçadas, vi tambem que os homens não ligam mesmo se vc tem silicone... pq eles adoram seios grandes!!!! Independente  de como foi  feito, Se por Deus ou pelos Medicos rsrsr
Mas é serio gente!!!
O que mais me chamou a atenção foi um casal, que esteve no programa, ela queria por silicone e ele não,  só que ele não queria apenas pelo valor!!!
Eles estavam casados a um tempo e depois da segunda gravidez, o seio dela caiu muito (igual o seio de qualquer  mulher) e a esposa dizia:
Eu me sinto mal pelos meus seios, quero muito, mas sempre tem alguma coisa que precisamos mais que “eles” em casa, tipo: viagens, reformas, etc...
O programa queriam mostrar uma mulher submissa, que so não coloca o seio, porque não tem o proprio dinheiro...
Muitos dos convidados e ate mesma a propria Fernanda Lima, perguntaram à ela porque não trabalhava e pagava pela cirurgia!!!
O Fato é:  Gente... essa mulher trabalha!!!! Ela cuida dos filhos, da casa, do marido,  e se alguem perguntar pra mim, se o salario do meu marido é so dele! Eu vou mandar “cagar” !!!
Poxa !!! Se ela não pode se dar ao luxo de gastar com ela, por uma coisa que com certeza vai melhorar ate o casamento, pode parar!!! Que se acabe com as Donas de casa!!! Que se acabe com as mães!!!!
Outra coisa que me chamou a atenção: Ela não queria tanto assim!!! Não mesmo!!! Eu sei o que é ter o corpo ferrado depois de ter 3 filhos!!!
Sei exatamente o que é não colocar uma foto de biquini  no facebook! Porque simplesmente pareço um homem!!!
Sei tambem o que é colocar um vestido tomara que caia e ficar parecendo o transformista  do Silvio Santos!!!
Sei o que é transar com o marido sem tirar a parte de cima do pijama, ou mesmo comprar um conjunto novo de lingerie e não tirar o sutiã!!!
De repente estava lá, uma mulher rindo... falando que o seio cabia uma caixa de lapis de cor em baixo, e que se o marido não dava o dinheiro ele devia conviver com o seio dela assim!!! Olha!! Quando não temos dinheiro para o silicone, não conseguimos conviver com o defeito.
Se na nossa cabeça tem alguma coisa errada, é como se fosse um defeito, não queremos mostrar pra ninguem!!!
Ate faço piada dos meus seios!! É um modo de rir!  Fingir que ele defeito não existe!!!!
Depois de todos darem sua opinião, ela ganhou um cheque de 10 mil Reais para decidir se faz ou não a cirurgia!!!
 Pessoal... fiquei triste pra caramba! ela não estava nem ai se ia ganhar ou não!!!
Então a vontade que eu tenho é falar para emissoras, programs de TV: quer dar alguma coisa pra alguem¿
Dê a alguem que realmente precise!!!!!!! Que realmente sofra com isso!!!
E se vocês acham que não podemos brigar por isso com o marido, so porque não trabalhamos.... Estão completamente errados...
Trabalhamos sim, apenas não recebemos o devido salario!!!!!!!!!!!!!!!!
No Fim: Obrigada FERNANDA LIMA!!! Por fazer de toda Dona de Casa, uma trabalhadora que não existe!!!
Bjs no coração!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

A mais pura verdade...

Olá!
Boa tarde!
Vai pra vcs, um texto que eu gostei muito! bjs no coração...



Já me importei com pessoas que sequer pensavam em mim.
Já briguei com pessoas que não mereciam meu rancor.
Já chorei por muito babaca. Já perdi meu tempo com estupidez.
Já ri só para fingir que estava tudo bem. Já tentei ser o que não era só para ser aceita. 
Já dei valor a coisas que nem eram tão importantes assim na minha vida.
Já perdi pessoas que eu amava e que eu não soube dar valor… até perdê-las. 
Já me arrependi de ter dito algo, já me arrependi de ter tomado certa decisão, e já me arrependi por não ter feito nada. Já perdi muitas coisas. E o que eu ganhei com isso tudo? Só certos machucados no coração. E hoje, tudo o que eu quero, é viver. Sem arrependimentos, sem perdas, e sem ter medo de tentar. Talvez se eu tivesse percebido que o que importa nessa vida é viver, eu não teria perdido tanto tempo com outras coisas e nem teria me magoado tanto. A gente não veio para essa vida para ganhar dinheiro, ter status, ser aceito, brigar por coisa e
stúpida, deixar de perdoar, seguir padrões ou outras coisas que a sociedade cisma em dizer e nos cobrar. A gente veio para sorrir, para fazer pessoas sorrirem, para escrever uma história… para marcar nossa jornada de alguma forma. Quantos realmente fazem isso? Quantos realmente fazem jus a vida que possuem? Quantos realmente vivem? Quantos têm histórias para contar e sonhos a realizar? Poucos. Pouquíssimos. Vivemos em uma época onde as pessoas abrem mão de coisas valiosíssimas, como amigos e família, por dinheiro, trabalho e compromissos. Não que isso não seja importante, mas, sinceramente, existem outras coisas mais importantes. É legal ter dinheiro, status, um bom emprego e todas essas coisas… porém é ainda mais legal ter com quem compartilhar isso. Ter alguém para te dar um abraço. Ter alguém para sorrir com você e te ajudar nos momentos difíceis. Nunca se esqueça: as coisas mais importantes na vida não podem ser compradas e raramente podem ser vistas. Apenas sentidas e vividas. O tempo passa rápido, e quando formos perceber, a vida está terminando quando sequer vivemos. Então, viva. Viva o hoje, o agora. Porque o amanhã, talvez nem bata na sua porta!!!